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Preços das casas desaceleram em 2020 mas, mesmo assim, subiram 8,4%

Preços das casas desaceleram em 2020 mas, mesmo assim, subiram 8,4%

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) do INE aumentou 8,4% em 2020, mesmo tendo sido um ano marcado pelo impacto da pandemia. Ainda assim, é uma desaceleração de 1,2 pontos percentuais face a 2019.

Os preços das casas em Portugal, medidos pelo Índice de Preços da Habitação (IPHab) do INE, aumentaram 8,4% em 2020, mesmo tendo sido um ano marcado pelo impacto da pandemia. Ainda assim, é uma desaceleração de 1,2 pontos percentuais face a 2019, segundo os dados do instituto estatístico, já que nesse ano o mesmo índice tinha aumentado 9,6%.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), houve um aumento mais expressivo nos preços das casas usadas (8,7%) do que nas novas (7,4%).

Apesar de ter sido um ano de recessão económica e de atividade no mercado imobiliário condicionada pelas medidas de confinamento, em 2020 foram transacionadas 171. 800 habitações – um número que corresponde a uma descida de 5,3% face a 2019. Por outro lado, quando se olha para o valor acumulado dos negócios neste setor, os alojamentos transacionados totalizaram 26,2 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 2,4% face ao ano anterior.

“O valor das transações de habitações novas aumentou 9,3%, para 5,4 mil milhões de euros e o das habitações existentes aumentou 0,7% para 20,8 mil milhões de euros”, indica o INE.

Nos últimos três meses do ano, o valor das habitações vendidas ascendeu a 7,5 mil milhões de euros, mais 8,7% face a idêntico período de 2019, segundo o INE.

A informação do INE acrescenta que, em 2020, o Norte (28,7%) e a região Centro (20,0%) concentraram 48,7% do número total de transações, o peso relativo conjunto mais elevado desde 2014. Também o Alentejo (6,9%) e a Região Autónoma da Madeira (1,8%) registaram um aumento nas respetivas quotas relativas regionais (de 0,7 p.p. e 0,1
p.p., respetivamente).

Em contraste, porém, a Área Metropolitana de Lisboa, pelo segundo ano consecutivo, registou uma redução (1,0 p.p., em 2020) no seu peso relativo regional, fixando-se em 33,5%. Já os alojamentos localizados no Algarve representaram 7,6% do total, menos 0,7 p.p. Por fim, a Região Autónoma dos Açores representou 1,5% do número total de transações.

Fonte: Observador, texto por Edgar Caetano.

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